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sábado, 5 de fevereiro de 2011

E a Festa Continua...


Uma vez o ex-presidente João Figueiredo (já falecido, pois nenhum mal é eterno!) disse que pobre tinha que comer osso e que ele não conseguiria sobreviver com o salário mínimo. Parece que nada mudou e até piorou e muito, pois o nosso povão continua sendo levado no bico, agora, pelos "comunistas de butique". Antes com os milicos havia a ilusão de que as coisas não melhoravam porque era uma Ditadura (das mais ferozes, diga-se de passagem). Mas, e agora? Será que o povão não entendeu que político é bicho matreiro, que não pode ser deixado sem vigilância?


Um pouco de possível...

Não basta votar e deixar pra lá. Muitos nem se lembram em quem votaram nas eleições de 2010. Não dá para achar que a responsabilidade é só dos "políticos", nem achar que o povo é coitado. Será que não sabemos mais o que é certo ou errado? Quem elegeu Sarney, Renan, Lula (nesse eu votei e já fiz mea culpa), Collor, Dilma, Tiririca, Romário e tantas outras sumidades? O Congresso, as Câmaras e Assembleias Legislativas são o reflexo da Sociedade.

Não é preciso ser intelectual para saber que as coisas estão muito erradas. Não temos educação de qualidade para todos, mas, ao invés de lutarmos pela melhoria da escola pública para todos, queremos cotas de vergonha. Não temos saúde para todos, mas quem tem plano de saúde pouco se importa ou começa a se importar quando o seu plano não atende às suas necessidades.

Os políticos (sempre os mesmos) aumentam seus próprios salários e agrados, e o que fazemos? Reclamamos (com inveja?) por não estarmos lá, metendo a mão também. Se fosse o contrário, não votaríamos nesses mesmos canalhas e sim participaríamos mais da verdadeira política que é feita no cotidiano. Por isso, defendo o fim do voto obrigatório (http://www.votoobrigatorionao.com.br/). Enquanto isso, o melhor mesmo é comemorar a escalação da seleção brasileira de futebol. Me poupem!

domingo, 26 de dezembro de 2010

Mensagem Para 2011

A RATOEIRA

Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali.

Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado. Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:

- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!!!

A galinha, disse:
- Desculpe-me Senhor Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.

O rato foi até o porco e lhe disse:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!!!

- Desculpe-me Senhor Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer a não ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces.

O rato dirigiu-se então a vaca. Ela lhe disse:
- O que Senhor Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!

Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro.

Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vitima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pegado. No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pegado a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher...

O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.

Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.

Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se de que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco. O problema de um hoje pode ser o problema de todos no futuro.