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domingo, 27 de maio de 2012

Boa Notícia ou Imprudência?

Anvisa registra remédio que pode prevenir infecção pelo HIV
25/5/2012 11:31:00

O remédio Truvada, que recebeu o aval da comissão consultora da agência sanitária dos Estados Unidos (FDA) para ser usado na prevenção de infecção pelo HIV, foi registrado no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Com isso, sua comercialização está autorizada no país.

No início do mês, uma comissão ligada ao FDA recomendou a indicação do uso da droga, uma combinação de tenofovir com emtricitabina, na prevenção da Aids. Se a recomendação for acatada pela a agência, pessoas não contaminadas teoricamente poderiam manter relações com soropositivos sem usar preservativo.

Isso não significa, porém, que a droga passará automaticamente a ser usada no Brasil para tratamento de pacientes com HIV ou indicada antes de relações sexuais desprotegidas com parceiros soropositivos ou com situação sorológica desconhecida.

O Departamento de DST Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde afirmou que o registro da Anvisa não vai modificar, no momento, a estratégia brasileira de combate à doença. Embora alguns estudos mostrem que o remédio exerce um papel protetor, ainda não está claro para o departamento como isso seria aplicado em uma ação de saúde pública.

Fonte: Agência Estado / Prontuário de Notícias.

domingo, 18 de março de 2012

HIV: "Vacina Terapêutica"

Vacina anti-HIV é feita com células do próprio voluntário
1/3/2012 09:44:00

Cientistas belgas testaram uma nova "vacina terapêutica" contra o HIV em voluntários humanos. A novidade é que os voluntários foram vacinados com suas próprias células.

Os cientistas filtraram determinados glóbulos brancos do sangue dos participantes, "carregaram-nos" com células dendríticas de pacientes soropositivos, e reaplicaram-nas de volta nos voluntários.

O resultado mostrou que o sistema imunológico dos voluntários aumentou a capacidade de atacar e eliminar o HIV. Mas a vacina ainda não é capaz de curar a doença.

Pacientes infectados com HIV passaram a ter uma vida praticamente normal depois do desenvolvimento do chamado coquetel de drogas antirretrovirais.

Contudo, esses medicamentos não eliminam o vírus do corpo - se o paciente parar com a medicação, o HIV volta a atacar o organismo.

Os cientistas acreditam saber porque isso acontece: o problema são as células CD8, as "forças especiais" do nosso sistema imunológico, que não conseguem recrutar "soldados" suficientes, as células dendríticas, para combater o ataque.

As células dendríticas apresentam em seu exterior partes típicas do vírus a ser atacado.

Contudo, as células dendríticas humanas não são boas em coletar informações do HIV.

O que os cientistas belgas fizeram foi inserir as células dendríticas de pacientes soropositivos nas células de pacientes saudáveis, incluindo as instruções para montagem das proteínas do HIV - informações genéticas na forma de RNA mensageiro.

Uma vez no corpo, as células carregadas executam as instruções, passando a apresentar uma parte típica do HIV em sua superfície, o que ativa as células de defesa.

Os voluntários receberam uma pequena quantidade de suas próprias células dendríticas retrabalhadas, em quatro doses, com intervalos de quatro semanas.

Após cada vacinação, suas células CD8 passaram a reconhecer o HIV cada vez melhor - os testes foram feitos coletando amostras do sangue dos voluntários e submetendo-a ao HIV em tubos de ensaio.

A vacinação não mostrou qualquer efeito colateral para os voluntários.

Mas o HIV se mostra um inimigo difícil: ele continua sendo capaz de mudar suas proteínas rápido o suficiente para que alguns deles escapem das células retrabalhadas introduzidas pela vacina.

Fonte: Diário da Saúde / Prontuário de Saúde.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

AIDS: Testes da Vacina, Resultados Preocupantes


Vacina contra HIV produziu resultado contrário
 4/2/2012 14:19:00

Um ensaio clínico para testar uma vacina contra o HIV, conhecido como estudo STEP, foi interrompido em setembro de 2007, após uma análise preliminar indicar que a vacina não funcionava. Infelizmente, essa não foi a única notícia ruim.

Análises subsequentes indicaram que a vacina tornou alguns dos voluntários mais suscetíveis ao HIV. O caso foi mais marcante em indivíduos que tinham anticorpos - pré-existentes à vacina - que reconhecem um dos componentes da vacina, o adenovírus serotipo 5 [Ad5].

Cientistas agora descobriram que os indivíduos do estudo STEP com um grande número de células imunológicas (células T) reativas ao Ad5 geraram uma resposta imunológica menos robusta ao HIV do que aqueles que tinham poucas células T reativas ao Ad5 antes da vacinação. Mas o estudo relata algo ainda mais preocupante.

As células T responsivas ao Ad5 também responderam a outros adenovírus que estão sendo estudados como componentes de novas vacinas contra o HIV, no lugar do Ad5. Esta descoberta implica que vacinas baseadas em outros adenovírus, que não o Ad5, poderão não ser eficazes em indivíduos com grande número de células T responsivas ao Ad5. As descobertas foram feitas por uma equipe de pesquisadores liderada por Juliana McElrath, do Centro de Pesquisas do Câncer Fred Hutchinson (EUA).

Como observado por McElrath e seus colegas, isto é algo que terá de ser cuidadosamente avaliado em qualquer ensaio clínico futuro, de qualquer vacina baseada em adenovírus - e não apenas vacinas baseadas no Ad5 ou vacinas baseadas em adenovírus.

Fonte: Diário da Saúde / Prontuário de Notícias.

Avanços Tecnológicos em Prol da Saúde

Cientistas tornam medula espinhal transparente
1/2/2012 10:17:00

Em acidentes que lesionam a medula espinhal, os longos filamentos das células nervosas, chamados axônios, ficam danificados, levando a diversos níveis de paralisia. Há muito tempo os cientistas pesquisam formas de induzir esses axônios a se regenerar, restabelecendo as conexões nervosas, o que poderia devolver os movimentos aos pacientes. Como essas células nervosas se estendem por uma escala de milímetros, a única forma de estudá-las - e tentar estimulá-las à regeneração - era tirando fatias dos tecidos e analisando-as sob o microscópio. Contudo, isso dá aos cientistas apenas uma visão bidimensional dos tecidos - e as células nervosas não crescem em camadas superpostas como se fossem uma pilha de folhas de papel.

Agora, cientistas alemães desenvolveram uma técnica que torna a medula espinhal transparente, permitindo que as células nervosas sejam examinadas em 3D em um tecido intacto. A nova técnica é baseada em um método chamado ultramicroscopia, desenvolvida por Hans Ulrich Dodt, da Universidade Técnica de Viena (Áustria). Frank Bradke e seus colegas do Instituto Max Planck (Alemanha) fizeram um upgrade na técnica original, permitindo que a medula espinhal se tornasse transparente.

O princípio é relativamente simples. O tecido da medula espinhal é opaco porque a água e as proteínas contidas nele refratam a luz de forma diferente. Os cientistas então removeram a água de uma amostra de tecido da medula espinhal, substituindo-a por uma emulsão que refrata a luz exatamente da mesma forma que as proteínas. Isto criou uma amostra de tecido intacta, mas totalmente transparente.

"É o mesmo que aconteceria se você espalhasse mel sobre um vidro texturizado," explica Ali Ertürk, principal autor do estudo. Neste caso, o vidro quase opaco se torna claro como um cristal porque o mel compensa as irregularidades da superfície. "O que é realmente importante nesta pesquisa é que a nova técnica pode ser aplicada a outros tipos de tecido," diz o Dr. Bradke.

Por isso ele afirma que o trabalho é um verdadeiro salto evolutivo para as pesquisas no campo da medicina regenerativa e de vários outros. Por exemplo, os cientistas poderão ver, pela primeira vez, como um tumor se incorpora nos tecidos sadios ao seu redor, tudo em 3D.

A medula espinhal é rota mais importante para a troca de informações entre a pele, os músculos e as juntas e o cérebro. Danos às células nervosas nessa região resultam em paralisia e perdas de sensação irreversíveis. Diversas tentativas têm sido feitas para regenerar essas células danificadas.

Uma das maiores dificuldades, contudo, é observar as próprias células, para ver se as terapias em desenvolvimento estão dando resultados ou não, o que demonstra a importância desta nova técnica.

Fonte: Diário da Saúde / Prontuário de Notícias.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Selo Microvascular

Bandagem com células vivas cria novos vasos sanguíneos
30/1/2012 09:28:00

"Selo microvascular". Este é nome de uma nova bandagem capaz de estimular e dirigir o crescimento de novos vasos sanguíneos na superfície de um tecido vivo.

O biomaterial contém células vivas, que fornecem fatores de crescimento para os tecidos danificados, seguindo um padrão pré-definido, traçado no próprio selo.

Depois de uma semana, o padrão desse selo biológico é "impresso" na forma de vasos sanguíneos.

A nova bandagem será apresentada em um artigo científico agendado para publicação em Janeiro, como matéria de capa da revista técnica Advanced Materials.

O que mais impressionou neste novo recurso médico é que ele não se aplica apenas a ferimentos externos.

"Qualquer tipo de tecido que você queira reconstruir, incluindo ossos, músculos ou pele, é altamente vascularizado. Mas um dos maiores desafios na recriação de redes vasculares é como controlar o crescimento e o espaçamento dos novos vasos sanguíneos," explica do Dr. Rashid Bashir, da Universidade de Illinois.

Um desafio tão grande que ninguém havia conseguido fazer isso até agora, apesar de inúmeras tentativas de colocar fatores de crescimento diretamente nos curativos.

A nova bandagem deve seu sucesso à sua nova abordagem: uma espécie de carimbo, que libera os fatores de crescimento de forma mais sustentada e mais dirigida.

O selo microvascular tem cerca de 1 centímetro quadrado e é feito de camadas de um hidrogel à base de polietileno glicol, um material biocompatível aprovado para uso médico.

O outro material usado é o alginato metacrílico, uma substância comestível.

Os pesquisadores afirmam que a nova bandagem terá, sobretudo, uso interno, por exemplo, para a revascularização pós-cirúrgica, para a "normalização" dos vasos sanguíneos que alimentam um tumor, melhorando o rendimento da quimioterapia, e na liberação de artérias bloqueadas.

Fonte: Diário da Saúde / Prontuário de Notícias.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Alimentos que Curam

Quatro alimentos que são curas naturais
18/1/2012 09:28:00

A cada dia que passa, a medicina alternativa fica menos alternativa e mais comum, já que muitos adultos estão preferindo remédios naturais para ajudar com certos problemas de saúde. Coma para ficar saudável! Confira quatro dicas de curas naturais da nutricionista Joy Bauer:

1 - Vinagre
Vinagre pode reduzir o açúcar no sangue. "Se você tomar 2 a 4 colheres de chá de vinagre com a refeição ou antes da refeição, ele pode neutralizar o aumento do açúcar no sangue que começa a partir da refeição", explica Bauer, acrescentando que isso é particularmente útil para pessoas com diabetes tipo 2.
Claro, não precisa tomar o vinagre puro. Em vez disso, tente misturá-lo com o azeite e iniciar a sua refeição com uma salada.

2 - Mel
Mel acalma a tosse. "O mel ajuda a aliviar a garganta, e também solta o muco", diz Bauer. Para crianças doentes, com idades entre 1 a 6 anos (mel não deve ser dado a crianças menores de um ano), tente dar meia colher de chá 30 minutos antes deles se deitarem. Para crianças com idade superior a 6 anos e adultos, o ideal é tomar até duas colheres de chá.

3 - Chá de camomila
Esse chá alivia dores de cólicas menstruais. A camomila ajuda a relaxar o útero, elevando os níveis de glicina do corpo, um aminoácido que impede espasmos musculares. Experimente uma a três xícaras de chá de camomila sem cafeína por dia durante o ciclo menstrual.

4 - Óleo de hortelã-pimenta
O óleo de hortelã-pimenta alivia os sintomas da síndrome do intestino irritável (SII). "Ele relaxa os músculos do revestimento do intestino", diz Bauer. Tome uma cápsula de hortelã-pimenta três vezes por dia, 30 minutos antes da refeição.

Fonte: MSN / Prontuário de Notícias.

sábado, 3 de setembro de 2011

Estratégia Logística do HIV

Estudo revela como HIV foge de drogas
30/8/2011 10:05:00

HIV


O HIV está conseguindo escapar da ação de drogas antirretrovirais porque é capaz de passar diretamente de uma célula para outra. A conclusão é de um novo estudo do laboratório do biólogo David Baltimore, ganhador do prêmio Nobel de Medicina em 1975.

Realizando experimentos com culturas de células no Instituto de Tecnologia da Califórnia, o grupo do cientista explica por qual motivo o coquetel anti-Aids reduz o número de vírus nos soropositivos, mas não cura a infecção.

Em geral, uma célula infectada se rompe e libera HIVs soltos no plasma sanguíneo. Esses vírus vagam pelo sangue até encontrar outro linfócito T CD4+, a célula do sistema imune que o HIV ataca. É quando os vírus estão soltos que a droga age.

Os cientistas mostraram que uma parcela menor da transmissão ocorre diretamente, de célula para célula, quando dois linfócitos entram em contato no sangue.

É nesses casos que os antirretrovirais falham. A infecção célula a célula não é tão freqüente, mas, quando ocorre, a quantidade de vírus transferida é grande.

Explorando essa brecha de segurança, o vírus consegue sobreviver como um reservatório latente dentro das células, mesmo quando o sangue está repleto de antirretroviral.

De acordo com os cientistas, a descoberta é também uma má notícia para a criação de uma vacina terapêutica contra o vírus da AIDS.

Fonte: Reuters / Prontuário de Notícias

domingo, 28 de agosto de 2011

HIV Pela Saúde


A Natureza é fantástica mesmo. Mais uma vez, aparecem provas de que a diferença entre o veneno e o remédio é apenas a dose. Os cientistas conseguem tirar proveito do HIV para tratamento de diferentes tipos de câncer.

HIV é usado na luta contra a leucemia e outros tumores
26/8/2011 10:25:00

O HIV pode se tornar o mais novo aliado da medicina na luta contra o câncer. Uma versão inerte do vírus da Aids foi usada com sucesso por cientistas norte-americanos para modificar geneticamente células de defesa do organismo e tratar pacientes com leucemia. O procedimento foi descrito nesta semana pelas revistas médicas New England Journal of Medicine e Science Translational Medicine.

O tratamento inédito consiste em retirar os linfócitos T - importantes agentes de defesa do corpo - e transferir novos genes para elas. A mudança as torna capazes de destruir as células cancerosas que causam a leucemia e, assim, fazem com que o tratamento tenha sucesso.

A transferência de genes para a célula é feita normalmente por um vírus, e é nessa fase que o HIV é usado; foi com ele que os pesquisadores da Universidade da Pensilvânia conseguiram modificar geneticamente as células de defesa.

"Dentro de três semanas, os tumores tinham sido destruídos de um modo muito mais violento do que poderíamos esperar", reconheceu Carl June, que conduziu a pesquisa. "Funcionou muito melhor que imaginávamos".

"Além de terem uma grande capacidade de se reproduzirem, as células T infundidas são 'serial killers'. Em média cada uma levou à morte de milhares de células do tumor e, ao todo, destruíram pelo menos cerca de 1 kg em cada paciente", completou o pesquisador.
A nova técnica foi aplicada em três pacientes com leucemia linfóide crônica que já não tinham muitas opções de tratamento. Sem ela, eles seriam submetidos ao transplante de medula óssea, no qual o risco de morte é de pelo menos 20% e a chance de cura não supera os 50%.

Agora, a equipe planeja usar o mesmo procedimento em tumores parecidos, como o linfoma não Hodgkin e a leucemia linfóide aguda. Eles também querem experimentar o tratamento em crianças que não reagiram bem ao tratamento convencional. No futuro, a ideia é adaptar a técnica para combater cânceres no ovário e no pâncreas.

Fonte: G1 / Prontuário de Notícias

Consequências da Contaminação por HIV


Esse artigo é um alerta para aqueles que ainda não entenderam que a contaminação pelo HIV é algo muito grave e danoso. Muitos acreditam que, com o advento dos "coquetéis de drogas" para tratamento das manifestações clínicas da AIDS, as coisas estavam resolvidas, não sendo mais necessário adotar os cuidados essenciais para evitar a contaminação. Fora o fato de o "coquetel de medicamentos" causar muitos efeitos colaterais, há todo o desgaste do organismo em tentar se manter em equilíbrio mesmo sob ataque do vírus. Use camisinha sempre e boa leitura. 

Médicos alertam que efeitos ortopédicos da AIDS estão de multiplicando
23/8/2011 10:06:00

O aumento da expectativa da vida dos pacientes que convivem com HIV e mesmo dos pacientes que já registram manifestações clínicas da AIDS levou ao aparecimento de problemas ortopédicos decorrentes tanto da doença, como de efeitos colaterais do chamado "coquetel de drogas". Entre os efeitos mais comuns estão a osteoporose, até mesmo num nível em que ocorrem fraturas espontâneas, sem que tenha havido queda e também necrose dos ossos, a osteonecrose dos joelhos e do fêmur, que exigem a colocação de próteses.

O alerta para que os médicos que atendem esse grupo de pacientes se preocupem com as alterações osteoarticulares relacionadas ao HIV foi publicado na Revista Brasileira de Ortopedia – RBO da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – SBOT e está inserido numa pesquisa da equipe da infectologista Ana Lúcia Munhoz Lima, que chefia o Serviço de Infecção da Ortopedia do Hospital das Clínicas, da USP.

Ana Lúcia explica que, quando a epidemia surgiu, a sobrevida dos contaminados era relativamente curta, dificilmente chegando há dois anos. Depois de 1996, entretanto, com o surgimento de novas drogas antirretrovirais, "a sobrevida de um paciente que convive com HIV fica em aberto, desde que haja acompanhamento periódico e uso regular da medicação". A própria Ana Lúcia tem pacientes contaminados há mais de 20 anos e que continuam com boa qualidade de vida, graças ao tratamento que mantém reduzida a quantidade de vírus no organismo, impedindo que o paciente perca sua imunidade.

O que tem ocorrido, explica a médica, é que com o vírus há muitos anos no organismo e o consumo também prolongado dos medicamentos provoca, com o tempo, efeitos colaterais que variam de paciente para paciente. Associado a alterações metabólicas, podem ocorrer alterações osteoarticulares, osteopenia e eventualmente osteoporose, o que significa que os ossos ficam mais porosos, a massa óssea se reduz e podem ocorrer fraturas. Também é frequente a necrose, isto é, a morte do tecido ósseo do joelho e do fêmur. Foi registrada também a síndrome do túnel do carpo e a capsulite adesiva glenoumeral.

O alerta da médica é que, como esses efeitos começaram a ser estudados mais recentemente, muitos médicos ainda não valorizam as queixas osteoarticulares dos pacientes, retardando a investigação do quadro ortopédico e é importante que o façam, insiste. "A Medicina tem várias armas para impedir ou retardar o agravamento de tais alterações, mas, para tal, precisam ser diagnosticadas precocemente". No caso da osteopenia e osteoporose, o aumento da ingestão de cálcio, de vitamina D, o uso de medicamentos já utilizados nas mulheres menopausadas e o exercício físico são a recomendação e, quando ocorre a osteonecrose, presente em 12% dos casos estudados pela equipe médica, a solução em graus avançados pode ser a colocação de uma prótese.

Os problemas têm solução, se diagnosticados no início, insiste Ana Lúcia, mas no Brasil, em áreas mais distantes dos grandes centros, ainda ocorrem casos de AIDS que demoram a ser diagnosticados e os pacientes só chegam aos centros que podem tratá-los quando já imunodeprimidos e com problemas que com o tempo se agravaram. A recomendação é que nesses casos, principalmente, não se deixe de pesquisar efeitos ortopédicos e, se necessário, que o paciente seja encaminhado a um ortopedista ou a um reumatologista.

Fonte: SOB / Prontuário de Notícias

sábado, 13 de agosto de 2011

Motivo do fracasso no regime está nos neurônios
12/8/2011 10:24:00

Cientistas descobriram o motivo que explica o fato de ser tão difícil emagrecer e ele está todo no cérebro. Em testes feitos em ratos, os pesquisadores perceberam que a privação de alimento induz um processo nos neurônios chamado de Autofagia – as células do hipotálamo comem as reservas de gordura de outras células. O processo representa um sinal de alerta da fome. A sensação de fome é justamente a maior dificuldade durante uma dieta, o bloqueio deste sinal evitaria a necessidade do indivíduo ter de se controlar para não comer.

Como resolução dos problemas dos regimes malsucedidos, os pesquisadores da Escola de Medicina Albert Einstein, em Nova York, conseguiram bloquear a autofagia e por consequência o alerta de fome. Com isto, eles descobriram também uma nova maneira de modular o apetite e o peso corporal em abrir caminho para, no futuro, desenvolver um novo remédio para o emagrecimento.

Para bloquear o canibalismo entre os neurônios, os pesquisadores descobriram o gene responsável pelo processo de autofagia, o atg7 e o retiraram. "No entanto isto foi feito apenas de forma experimental. Por enquanto, só estão disponíveis neste momento agentes farmacológicos experimentais que podem ser usados para inibir ou ativar o processo de autofagia nas células de roedores", disse Rajat Singh, autor do estudo publicado no periódico científico Cell.

O pesquisador joga um banho de água fria nos ávidos pelo emagrecimento mais fácil. Ele afirma que ainda vai demorar alguns anos para que o novo remédio seja fabricado. Mas a expectativa é que estudos futuros consigam desenvolver novas drogas que possam ser usadas por humanos. "Nossas descobertas ainda precisam ser testadas em humanos, o que é a nossa meta de longo prazo", disse.

A autofagia é um processo comum em diversas células do corpo de animais e humanos. “O grupo de pesquisadores começou, inclusive, a pesquisa estudando a autofagia como forma de diminuir o estoque lipídico em órgãos como o fígado. E aí ficamos interessados em testar isto em neurônios do hipotálamo", disse.

Sigh explica que a perda nos estoques de gordura ocorre de maneira muito sutil. "Elas ocorrem apenas em momentos breves quando os ratos estão famintos. Quando o alimento é ingerido o estoque de gordura cresce rapidamente nos neurônios", disse Sight, explicando que a perda de gordura não afetou os neurônios dos ratos. Nos testes, também não foi observado nenhum efeito neurológico negativo nos animais quando a autofagia foi bloqueada nos neurônios.

A descoberta de como controlar o sistema de alerta de fome tem outro lado além daquele de facilitar o regime, como reduzir as taxas de obesidade e de diabetes pelo sobrepeso. Sigh conta que também será possível ajudar idosos que têm redução de apetite.

Fonte : IG / Prontuário de Notícias

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Eu Só Quero Chocolate!

Amantes do chocolate podem comemorar: o alimento age como antioxidante e combate o envelhecimento das células
19/4/2011 10:14:00

Especialista do antienvelhecimento, Dra. Edith Horibe, explica que chocolate amargo é a melhor saída para quem não resiste à tentação. Os Chocólatras podem comemorar e continuar a comerem a guloseima irresistível: o chocolate. É que o alimento que vem do cacau é rico em flavonóides, uma substância que age como antioxidante e combate o envelhecimento das células.

Na época da Páscoa, fileiras de ovos de chocolate se multiplicam nos supermercados, padarias e docerias e o consumo é bem maior. O chocolate consta da lista de vários alimentos que, pelas suas propriedades, protegem contra o envelhecimento precoce e de muitas doenças. Nutritivo e saudável, essa delícia com cara de vilão estimula o funcionamento do cérebro, diminui infartos e derrames e é um ótimo aliado em tratamentos e beleza da pele.

A Dra. Edith Horibe, PhD pela Faculdade de Medicina da USP, presidente da ABMAE - Academia Brasileira de Medicina Antienvelhecimento, expoente em Gestão Antienvelhecimento e em Estética Médica, explica que um dos motivos para o envelhecimento da pele são os radicais livres, substâncias tóxicas produzidas pelo organismo que em condições normais, encarrega-se de neutralizá-las. Mas, quando o nível dessas substâncias aumenta, ocorre acúmulo de impurezas que pode gerar desde cansaço até doenças degenerativas, como a osteoporose. "A melhor forma de combater os radicais livres é incluir na dieta alimentos antioxidantes. A alimentação da pele começa de dentro para fora, ou seja, a solução pode estar no que a pessoa consome diariamente", afirma.

O chocolate além de fazer bem à saúde está servindo como recurso para tratamentos de beleza faciais e corporais à base dessa guloseima. Nutritivo, saboroso e saudável, é composto de proteínas, gorduras, cálcio, magnésio e vitaminas do Complexo B.

Mas, a Dra. Edith Horibe adverte que é considerado saudável o chocolate amargo (preto), proveniente do cacau, rico em flavonóides. Essa substância também é encontrada na casca da uva vermelha, e têm poderes antioxidantes, ou seja, combate os radicais livres, as moléculas tóxicas que comprometem o bom funcionamento do organismo e retarda o envelhecimento. Os flavonóides impedem o depósito de placas gordurosas nas artérias, causadoras de infarto e derrame. Alguns estudos mostram que o chocolate amargo estimula a produção de serotonina - melhorando o humor - e de neurônios. "O vinho traz benefícios à saúde, se for consumido moderadamente, assim como o chocolate, ambos contém flavonóides e por isso evitam o infarto", afirma Dra. Edith.

Outro poderoso antioxidante é o polifenol, encontrado em abundância no chocolate amargo. Esse composto é eficaz no combate à hipertensão, um dos principais fatores de risco para as doenças cardiovasculares.

O prazer de comer um chocolate pode trazer muita culpa depois, principalmente para quem está fazendo um regime e tem que excluir essa delícia do cardápio.

A médica explica que a saída para quem não resiste à tentação dos chocolates é o amargo. "O chocolate amargo é rico em vitaminas, minerais, é saudável, diferente do ao leite e do branco, que possuem alto teor de açúcar, gordura e são extremamente calóricos", diz.

Mesmo os diabéticos não precisam se privar dos chocolates na Páscoa. A Dra. Edith Horibe lembra que os Diet não contêm açúcar e podem ser consumidos de forma moderada. E para quem não quer fazer feio com a balança, os chocolates Light possuem menos gordura que os convencionais. "É importante praticar uma atividade física, por exemplo, uma caminhada para manter a forma e não ficar arrependido de ter degustado alguns chocolates a mais na Páscoa", esclarece Dra. Edith.

Fonte: Jornalismo - Prontuário de Notícias

sábado, 5 de março de 2011

Acredite ou Não

5 coisas bizarras que - não parecem - mas fazem bem para a saúde
4/3/2011 09:28:00

Se você acha que sanguessuga é coisa do passado, saiba que eles estão sendo usados na medicina moderna para curar feridas. Outras ideias malucas também estão ganhando aceitação. Confira:

1) Plataformas de exercícios vibratórios
A vibração costumava ser desacreditada, mas hoje é um ramo forte na área da atividade física. A ideia é que alguns minutos em uma plataforma de vibração antes de fazer exercícios lhe ajuda a ir mais rápido, mais alto, mais fundo, ou qualquer outro adjetivo que você esteja buscando. Ninguém sabe por quê. Ainda mais intrigante é que as máquinas de vibração podem ajudar os músculos a se curarem mais rápido, e em pessoas idosas com osteoporose, aumentar a densidade dos ossos. As evidências que faltam é sobre a "dose" adequada, ou seja, a força e a duração adequadas das vibrações. Porém, vibrar pode ser muito caro: uma máquina custa em torno de 3.330 reais.

2) Raspagem de língua
Se você cresceu na Índia, já ouviu sua mãe dizer: "Não se esqueça de raspar sua língua". Lá, o raspador de língua é um ritual diário. A prática implica a colocação de algo que se parece com uma pequena escova de vaso sanitário na boca, e esfregar sua língua durante vários minutos. Pode doer um pouco, especialmente no começo. O cheiro também não é muito agradável. Mas há uma recompensa: dezenas de estudos demonstram que este é um dos meios mais eficazes para curar o mau hálito. O raspador de língua também reduz as chances de desenvolver cárie dentária, doença gengival e até mesmo resfriados. PS: Não que o ritual seja feito por esses motivos na Índia.

3) Correr descalço
Na cidade, você seria meio louco de correr descalço dependendo da quantidade de vidros quebrados em seu caminho. Mas a noção de correr descalço, em si, não é absurda. Na verdade, poderia ser melhor para suas pernas, joelhos, quadris e costas. Os seres humanos correram assim centenas de milhares de anos, e os pré-humanos, por um milhão de anos anteriores a estes. Os estudos não são conclusivos, mas a questão é que o tênis de corrida, desde a sua estréia na década de 1960, pode ter alterado a forma como o corpo humano corre, forçando o calcanhar ao dedo do pé. O tênis envia um choque às pernas que é praticamente inexistente quando se corre descalço, e o impacto se espalha. Porém, o debate sobre esta questão é acirrado; nenhuma surpresa, já que atinge uma indústria de bilhões de dólares.

4) Cura através de parasitas
Você pode tratar sua alergia com um coquetel convencional de comprimidos e inalantes, ou pode obter a cura se infectando com vermes. E aí, vai o quê? Pesquisadores surgiram com a noção de que as infecções por parasitas intestinais protegem contra alergias, e talvez até mesmo contra esclerose múltipla e doença de Crohn. A ausência desses parasitas nos países industrializados de fato poderia explicar as taxas altas de alergias graves. Alguns pacientes têm sido curados de alergias ingerindo propositalmente parasitas, como ancilostomídeos, ou andando descalços na lama para pegar algo (nojento). Se você não está ok com o fato de ter uma "minhoca" se remexendo em seu estômago, cientistas estão tentando entender o que essas criaturas fazem no sistema imunológico humano para poder imitar essa ação com uma droga. Note, no entanto, que milhares de pessoas morrem anualmente de ancilostomose, ou amarelão; a morte pode não ser o alívio da alergia que você procura.

5) Transplantes fecais
Transplantes fecais, nos quais os médicos injetam colheres de chá de amostras de fezes frescas no intestino de uma pessoa através de um tubo no nariz, são uma cura bastante eficaz para infecção por Clostridium difficile, responsável por doenças gastrointestinais associadas a antibióticos, que variam desde diarréia até colite pseudomembranosa. Momento de reflexão: como os médicos descobriram que "cocô" era bom para a doença? A prática também é conhecida como bacterioterapia fecal e está relacionada com probióticos, a infusão de bactérias "saudáveis" no intestino. Médicos estão de olho nessa técnica para reverter os sintomas da doença de Parkinson e diabetes.

Fonte : LiveScience / Prontuário de Notícias

Falsidade Faz Mal à Saúde

Se você tem duas (ou mais) caras, sempre concorda com tudo, mesmo que não esteja gostando e sempre lança aquele charmoso sorriso amarelo quando está "P" da vida; ou ainda, se você é entusiasta do lema : "Faça o que eu digo, não faça o que eu faço", aqui tem artigo para chamar de seu. O texto aponta as mais recentes decobertas sobre os males gerados pela falsidade. Divirta-se, mas seja sincero ao avaliar. Um abraço.

* Sorria apenas quando tiver vontade, sobretudo no trabalho *
28/2/2011 10:02:00

Você costuma sorrir para os clientes para manter o seu chefe feliz? E para manter você mesmo feliz o que você deve fazer? É melhor evitar as falsidades e sorrir apenas quando tiver razões para isso.

As pessoas que trabalham atendendo clientes e que dão sorrisos falsos ao longo do dia pioram seu humor e seu estado de espírito e faltam mais ao trabalho, afetando a produtividade.

Já os trabalhadores que sorriem por cultivar pensamentos positivos - como pensar em férias na praia ou lembrar de momentos bons com os filhos - melhoram seu humor e faltam menos ao trabalho.

"Os empregadores podem pensar que simplesmente pedir seus empregados para sorrir é algo bom para a organização, mas não é necessariamente assim," explicou Brent Scott, da Universidade de Michigan (EUA). "Sorrir por sorrir pode levar à exaustão emocional e às faltas, e isso é ruim para a organização."

Scott e seu colega Christopher Barnes compararam o "comportamento superficial" - dar sorrisos falsos - com a ação sincera, cultivando emoções positivas através da lembrança de situações agradáveis ou de pensar sobre a situação atual de uma forma mais favorável.

O estudo também comparou os efeitos dos sorrisos falsos entre os gêneros, e descobriu que o efeito da falsidade é mais devastador sobre as mulheres.

"As mulheres foram mais prejudicadas pela atuação superficial, ou seja, seu humor piorou ainda mais do que o humor dos homens e elas faltaram mais ao trabalho," contou Scott.

E o contrário também foi verdadeiro - as mulheres se beneficiaram mais do que os homens do cultivo das emoções positivas, que tiveram um impacto positivo mais forte sobre o seu humor.

Embora o estudo não tenha investigado as razões dessas diferenças entre homens e mulheres, os pesquisadores afirmam que estudos anteriores sugerem que pesa sobre as mulheres uma expectativa de maior intensidade emocional - e que essa intensidade se faça de emoções positivas.

Assim, forçar um sorriso enquanto sente uma emoção negativa cria um conflito com esta norma cultural, o que pode levar as mulheres a intensificarem as emoções negativas que já estavam presentes.

Ao cultivar emoções positivas, as mulheres atenderiam a essa norma social, com um efeito duplamente benéfico sobre o seu bem-estar.

Mas os cientistas alertam que o cultivo das emoções positivas não pode se fundamentar em outras falsidades - como férias que você nunca tira ou amores que você nunca viveu.

Isso fará com que você perca a autenticidade, com um efeito negativo amplificado a longo prazo.

Fonte : Diário da Saúde / Prontuário de Notícias

sábado, 18 de dezembro de 2010

Aborto Faz Mal à Saúde!

Para aqueles que defendem o aborto e acham que ele serve como contraceptivo, segue uma matéria ilustrativa. Ser bem educado vale também para o sexo. Pessoas educadas fazem sexo seguro.

Aborto causa depressão e baixa estima na maioria das mulheres
14/12/2010 10:29:00

Além dos problemas políticos, religiosos e físicos, o aborto também pode afetar seriamente a saúde psíquica das mulheres.

Em pesquisa da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP com 120 mulheres que passaram por aborto, mais da metade apresentaram algum nível de depressão e a maioria sofria de baixa a média estima pessoal.

"Esses resultados indicam que as equipes de saúde precisam buscar cada vez mais políticas públicas para prevenção da gravidez indesejada, levando em consideração as dificuldades ao uso de métodos contraceptivos com visão integral à mulher, ou seja, considerando todo seu contexto", diz a enfermeira Mariana Gondim Mariutti Zeferino, autora do estudo.

Mariana cita como exemplo a violência familiar, o uso de álcool e drogas, a resistência do parceiro ao uso de métodos contraceptivos de barreira, principalmente quando a mulher tem efeitos colaterais ou contra-indicações aos anticoncepcionais hormonais e submissão ao parceiro.

"E quando a gravidez indesejada acontece, tendo como consequência o aborto induzido, que a equipe possa oferecer assistência qualificada e humanizada e que estimule os profissionais de enfermagem a reconhecer as necessidades de implementar os cuidados e reforçar aspectos resilientes dessas mulheres", alerta a pesquisadora.

O estudo foi realizado entre agosto de 2008 e setembro de 2009, com mulheres internadas em um hospital público do interior do Estado de São Paulo, com diagnóstico de abortamento.

Mariana detectou que 57% delas apresentavam sinais indicativos de depressão, sendo que em 33% distimia, ou seja, leve e prolongada, 22% moderada, e em 13% a depressão é grave. Além de depressão, 109 das mulheres apresentaram de média a baixa estima pessoal.

Segundo a enfermeira, estudos anteriores já mostraram que a situação de abortamento pode ter relação com depressão antes e após a ocorrência, mesmo a longo prazo, com diferenças de acordo com a natureza do aborto.

Outros dois dados da pesquisa chamaram a atenção da pesquisadora, o fato desses abortos terem sido provocados em 25% dos casos e ainda de 75% dessas mulheres não ter planejado a gravidez, mas mesmo assim não faziam uso de métodos contraceptivos.

A maioria das mulheres do estudo é jovem, solteira e com relacionamento estável, católica, com poucas atividades de lazer, sem fonte de renda própria, sem casa própria, com residência fixa há mais de um ano, não tem problemas de relacionamento e de violência na gravidez.

Entretanto, as que tiveram problemas, relataram uso de álcool e drogas na família. Os dados revelaram, ainda, associação entre violência familiar e aborto provocado.

Entre as que apresentaram sinais de depressão, a maioria declarou-se solteira, trabalham, com mais de 40 anos de idade e tem religião.

Mariana diz que o fato de muitas dessas mulheres terem parceiro, trabalho, religião, situação financeira estável e apoio familiar, mostrou-se como um fator de proteção significativo em relação à depressão.

"Em relação aos indicativos de resiliência, ou seja, a habilidade de persistir nos momentos difíceis mantendo a esperança e a saúde mental, o estudo mostrou que quando essas mulheres estão felizes ajudam as pessoas, contam mais piadas e sentem-se bem. Mas, muitas delas relataram que quando sentem raiva, se isolam, se calam, choram e até gritam".

A pesquisa é resultado do doutorado de Mariana, Associações do abortamento com depressão, autoestima e resiliência, orientada pela professora Antonia Regina Ferreira Furegato, da EERP.


Fonte: Agência USP / Prontuário de Notícias

domingo, 14 de novembro de 2010

Utilidade Pública


Hemácias
Normal / Falciforme

Doença falciforme afeta cerca de 50 mil brasileiros
8/11/2010 10:14:00

O primeiro caso de uma das doenças genéticas mais comuns em todo o mundo foi descoberto há 100 anos. Hoje, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 300 mil bebês nascem com a doença falciforme a cada ano.

Enfermidade herdada da África é causada pela mutação de genes que produzem as hemoglobinas, responsável por transportar oxigênio para órgãos e tecidos do corpo. Essa malformação enrijece as hemoglobinas, prejudicando a circulação sanguínea e provocando muitas dores.

Desde o primeiro diagnóstico da enfermidade, os tratamentos evoluíram muito e já é possível conviver bem com a doença falciforme. A enfermidade hereditária mais comum no Brasil é tratada como um problema de saúde pública. Dados do Ministério da Saúde mostram que 3,5 mil crianças brasileiras nascem com a doença a cada ano. Outras 200 mil nascem com o traço falciforme, gene que pode transmitir a doença para as próximas gerações.

O diagnóstico precoce e a vacinação eficiente são a chave para o sucesso no tratamento, garantem os especialistas. Mas, para eles, ainda é preciso falar mais sobre a doença. Clarisse Lobo, da Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia (ABHH), afirma que as políticas públicas adotadas hoje no País são eficazes, especialmente na triagem. O famoso "Teste do Pezinho", exame feito na primeira semana de vida do recém-nascido, é a garantia de reconhecimento precoce da doença falciforme e está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) a todas as crianças.

"O País tem trabalhado para garantir políticas eficientes para o tratamento da doença. A triagem é importante porque apresenta o tamanho do problema. Mas acho que ainda podemos desenvolver ações que descentralizem o atendimento para que as pessoas não precisem se deslocar aos grandes centros para serem tratadas com qualidade. É preciso treinar os profissionais de saúde para que conheçam mais a enfermidade", diz a hematologista, que também é diretora do Hemorio.

Os exames feitos com os recém-nascidos brasileiros ao longo dos anos mostraram que a Bahia é o Estado brasileiro com a maior incidência da doença, até por causa da concentração de afrodescendentes. Em cada 650 nascimentos, um bebê nasce doente e um em cada 17 possui o traço falciforme. A detecção do traço é importante para que os casais recebam aconselhamento genético e conheçam os riscos de ter um bebê com a doença.

A partir do dia 05 de novembro, em Brasília, hematologistas brasileiros e estrangeiros vão discutir as evoluções das doenças do sangue e seus tratamentos no Congresso Brasileiro de Hematologia e Hemoterapia (Hemo 2010). As anemias hereditárias, como a falciforme, também serão tema de debates no evento, que termina no dia 08 de novembro. No caso da doença falciforme, o Ministério da Saúde vai apresentar as políticas adotadas para garantir qualidade de vida aos doentes. A estimativa da associação é que 50 mil brasileiros convivam com a doença hoje.

O SUS oferece o diagnóstico (mesmo adultos podem fazer exames para identificar traço ou a doença) e a medicação necessária para tratar os pacientes. Durante toda a vida, os portadores da doença devem ser acompanhados por equipes multidisciplinares de hematologistas, ortopedistas, nutricionistas e psicólogos, por exemplo.

Para evitar possíveis complicações (dores musculares nas articulações, ossos, tórax, abdômen e costas; icterícia; infecções como pneumonia e anemia crônica), os doentes precisam cuidar da alimentação, ingerir bastante líquido e tomar medicamentos. Além de ácido fólico até os cinco anos de idade, as crianças precisam tomar penicilina. Em casos mais graves da doença, a ingestão de hidroxiuréia também é necessária.

De acordo com Clarisse Lobo, 30% dos pacientes identificados pelo SUS no Brasil possuem a forma mais grave da doença, que exige mais cuidados e aumenta a taxa de mortalidade. A hematologista ressalta que a vacinação contra pneumococos hoje oferecida antes dos seis meses de vida às crianças é fundamental para garantir mais qualidade de vida aos pacientes. "A cobertura vacinal antes dos três anos é um dos nossos desafios porque garante vantagens significativas no tratamento", afirma.

A única possibilidade de cura da doença falciforme é o transplante de medula óssea. Sérgio Barroca Mesiano, hematologista do Hospital Universitário de Brasília, afirma, no entanto, que este tipo de intervenção ainda é polêmico. Primeiro, porque as taxas de mortalidade durante o procedimento são altas. Segundo ele, cerca de 10% dos pacientes que se submetem à cirurgia morrem durante o processo. Por isso, o transplante só é recomendado em poucos - e severos - casos da doença.

Para a ABHH, há casos graves em que o transplante é a única possibilidade de sobrevida de pacientes. Mas essa ainda não é uma realidade defendida pelo SUS. "Os gestores entendem que ainda não temos estudos suficientes que comprovem a eficácia do procedimento", diz Sérgio.

Outro complicador é encontrar medulas compatíveis. Apenas um quatro dos pacientes que precisam de um transplante de medula - por qualquer motivo - consegue uma compatível.

"É preciso entender que os medicamentos salvam vidas e garantem vida normal, exceto em casos extremamente graves. Aí os transplantes são recomendados. Mas essa não é uma abordagem isenta de gravidade. Não podemos tratar todos com transplante porque estaríamos os expondo a um risco desproporcional ao benefício", avalia Clarisse.

Fonte: iG / Prontuário de Notícias

domingo, 7 de novembro de 2010

Utilidade Pública

Índice de suicídios no Brasil é problema de saúde pública
3/11/2010 09:59:00

No Brasil, 25 pessoas se matam por dia, fazendo do país o 11º colocado no ranking mundial de suicídios, segundo dados da Organização Mundial da Saúde.

As informações foram divulgadas pelo psiquiatra Neury José Botega, professor da Unicamp, durante a 28ª edição do Congresso Brasileiro de Psiquiatria, que escolheu a prevenção do suicídio como um dos temas principais.

"A questão do suicídio é realmente um problema de saúde pública porque temos um alto índice de pessoas que estão passando por muito sofrimento e que poderiam ter sido ajudadas caso não tivessem se matado", afirmou.

Segundo ele, os dados de suicídio podem ser ainda maiores do que os divulgados oficialmente, já que não é raro que muitos casos acabem recebendo outra caracterização na certidão de óbito: "O medo de não receber o dinheiro do seguro pode fazer com que muitas famílias pressionem os médicos a atestar falência múltipla dos órgãos em vez de suicídio".

Botega afirma que o aumento dos casos de depressão e de consumo de álcool e drogas são sinais preocupantes e que podem justificar o aumento dos índices de suicídio, principalmente entre adultos jovens: "São pessoas entre os 25 e os 40 anos que estão numa fase produtiva da vida. A competitividade e a solidão nas grandes cidades são alguns dos pacotes de alta tensão social que favorecem a uma sensação de desamparo e aumentam as formas alternativas de sentir prazer, como recorrer às drogas e ao álcool".

Segundo ele, os sinais de que alguém está cogitando tirar a própria vida não podem ser ignorados: "Aqui não vale a máxima do 'cão que ladra não morde'. Muitas vezes a pessoa dá sinais, fala até mesmo vagamente em se matar, mas acaba não sendo levada a sério".

O psiquiatra apresentou no congresso dados de uma pesquisa internacional realizada pela OMS de que ele participou, comparando estratégias de prevenção ao suicídio.

Ao todo, foram analisadas 1.867 pessoas que tentaram o suicídio em cinco cidades do mundo. Após terem alta do hospital, metade delas recebeu o tratamento usual --mero encaminhamento a um serviço de saúde-- e a outra metade teve um acompanhamento intensivo, com entrevistas motivacionais e contatos telefônicos periódicos por 18 meses.

Ao final do experimento, apenas 0,2% das pessoas que receberam acompanhamento intensivo chegaram a praticar o suicídio, taxa dez vezes menor do que no grupo que recebeu o tratamento usual.

"O contato telefônico periódico criava uma rede de apoio e ajudava a pessoa que já tinha tentado se matar a ressignificar o que havia acontecido na vida dela", diz.

Fonte: Folha.com / Prontuário de Notícias

Utilidade Pública

Psoríase não pega: tire 13 dúvidas sobre a doença
3/11/2010 09:51:00

Acha que a psoríase é contagiosa? Sabe o que a causa, quais são seus sintomas e se existe cura? Tire suas dúvidas sobre a doença com as explicações da dermatologista Daniela Presente Taniguchi de Barros, professora da Faculdade de Medicina do ABC, de São Paulo.

O que é psoríase?
Daniela Presente Taniguchi de Barros - É uma doença inflamatória crônica não-contagiosa (ou seja, não passa de pessoa para pessoa), que afeta a pele e as articulações. Caracteriza-se por lesões de pele descamativas sobre uma pele avermelhada, atingindo principalmente couro cabeludo, joelhos e cotovelos.

O que causa a doença?
O mecanismo que desencadeia as lesões de psoríase é controlado pela imunidade, e a genética influencia na predisposição.

Quais são os sintomas?
Além das lesões, algumas pessoas têm discreta coceira. Quando a psoríase também atinge as articulações, principalmente das mãos e dos pés, pode causar dor e deformidade dos dedos.

Quais são os tipos da doença e como cada um se manifesta?
Os tipos são psoríase vulgar, quadro clássico e mais comum, com lesões que atingem principalmente couro cabeludo, joelhos e cotovelos; psoríase palmoplantar, caracterizada pelo espessamento das palmas e plantas dos pés; psoríase eritrodérmica, com vermelhão e descamação cobrindo o corpo todo; psoríase pustulosa, em forma de pústulas (feridas com pus), atingindo frequentemente plantas e palmas; psoríase gutata, com placas em forma de gotas, principalmente no tronco; psoríase invertida, com lesões nas axilas e virilha; e psoríase artropática, que acomete as articulações, muitas vezes sem lesão de pele.

Atinge especialmente algum grupo de pessoas?
Atinge universalmente e igualmente homens e mulheres. Vale lembrar que o HIV é fator agravante e desencadeante, e a psoríase pode ocorrer no início da infecção.

Costuma aparecer a partir de que idade?
Pode aparecer em qualquer idade, mas tem dois picos: segunda e quinta décadas de vida.

O que desencadeia o seu aparecimento?
Entre os fatores de risco estão abalos emocionais, trauma físico, infecção (de garganta, por exemplo), alguns medicamentos, álcool, tabagismo e HIV.

Como é realizado o diagnóstico?
O diagnóstico é clínico. Às vezes, pode ser necessária biópsia para confirmação da suspeita.

Como é o tratamento?
O tratamento depende do tipo da psoríase, da gravidade do quadro e da resposta a cada tratamento. Pode ser local ou sistêmico (imunomoduladores), auxiliado com fototerapia (radiação ultravioleta).

Exposição ao sol ajuda no tratamento?
A radiação solar tem ação imunomoduladora na psoríase (ajuda a melhorar a inflamação). Porém, a exposição aguda ao sol pode ter efeito contrário: desencadear ou agravar a doença. Portanto, a exposição à radiação ultravioleta deve ser sempre monitorada por médicos.

Se não tratar, o que acontece?
A doença pode ficar estável, piorar ou até melhorar sozinha. Não dá para prever. Mas pode afetar a qualidade de vida do paciente.

Existe cura?
Não. O tratamento busca o controle da doença e melhora da qualidade de vida do paciente.

A enfermidade pede terapia psicológica? Por quê?
Sim, tanto pela melhora da autoestima, como pelo fato do fator emocional ser agravante e desencadeante da doença.

Fonte: Terra / Prontuário de Notícias

domingo, 17 de outubro de 2010

Utilidade Pública

Ministério da Saúde oferecerá novo remédio para pacientes soropositivos
16/10/2010 10:51:00

O Ministério da Saúde vai oferecer um novo medicamento para pacientes com aids que não respondem mais aos tratamentos convencionais. Depois de três meses de negociação, o governo firmou um acordo com o laboratório Janssen Cilag para compra do antirretroviral etravirina, considerado de terceira geração para tratar a doença. Com a decisão, sobe para 20 a lista de remédios oferecidos no País contra o vírus HIV.

A compra, anunciada no dia 14 de outubro é de R$ 4,2 milhões. Serão adquiridos 3.360 frascos, suficientes para atender 500 pacientes durante um ano. A primeira remessa do medicamento, com 488 frascos, já começou a ser distribuída aos Estados. A última incorporação feita pelo ministério na lista de remédios para soropositivos ocorreu em janeiro de 2009, com o raltegravir. O etravirina é atualmente usado no Canadá e na Inglaterra.

A escolha do coquetel indicado a cada paciente é norteada de acordo com a avaliação de uma série de fatores, como o estado geral do paciente, a quantidade de células de defesa e a contagem do vírus no organismo. Drogas de terceira geração são mais modernas, mas indicadas apenas para pessoas que já não são beneficiados pelos efeitos dos medicamentos mais antigos.

A indicação clínica para a etravirina é feita a partir do histórico de tratamento do paciente e do teste que avalia a resistência aos antirretrovirais, feito nos Laboratórios Centrais de Saúde Pública (Lacen).

O procedimento deverá ser o mesmo exigido para outras drogas indicadas em casos de resistência, como o raltegravir e a enfuvertida. A solicitação tem de ser analisada por um comitê técnico estadual formado por infectologistas. "A medida busca fortalecer o uso mais adequado de medicamentos para pacientes com poucas opções terapêuticas", explicou o assessor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, Ronaldo Hallal, em nota à imprensa distribuída pelo ministério.

Fonte : Agência Brasil

sábado, 16 de outubro de 2010

Utilidade Pública: Tipos de Câncer

10 tipos de câncer mortais e porque eles não têm cura
14/10/2010 09:27:00

O câncer é uma das doenças mais mortais do mundo - isso não é segredo. Apesar de a medicina ter, com certeza, evoluído, e de existirem hoje muitos tratamentos bem sucedidos que nem eram considerados possíveis no passado, a tão sonhada "cura para o câncer" permanece longe do nosso alcance por muitos motivos.

Existem mais de 100 tipos de câncer, caracterizados pelo crescimento anormal das células. Há muitas causas diferentes para a doença, que variam de radiação de produtos químicos a vírus. As células cancerosas, e como elas crescem, são imprevisíveis, e em alguns casos misteriosas. Mesmo depois de tratamentos aparentemente eficazes, elas são capazes de se esconder e ressurgir.

Confira essa lista com os 10 tipos de câncer que mais mataram pessoas entre 2003 e 2007, e tente entender por que eles permanecem incuráveis.

1) Câncer de pulmão e brônquios:
Esse tipo de câncer é mais frequente com pessoas de idades entre 55 e 65 anos. Existem dois tipos principais: o câncer de pulmão de células não-pequenas, que é o mais comum, e o câncer de pulmão de células pequenas, que se propaga mais rapidamente. O câncer de pulmão e brônquios é o que causa mais morte por câncer nos Estados Unidos. Tabagismo é a principal causa da doença.

2) Câncer de cólon e retal:
Esses tipos de câncer não são a mesma coisa: câncer de cólon cresce nos tecidos do cólon, enquanto o câncer retal cresce nos últimos centímetros do intestino grosso, perto do ânus. A maioria dos casos começa com aglomerados de pequenas células benignas chamadas pólipos, que ao longo do tempo se tornam cancerosas. A triagem é recomendada para encontrar os pólipos antes que eles se tornem cancerígenos.

3) Câncer de mama:
Esse tipo de câncer normalmente se forma nos dutos que levam leite ao mamilo ou nas glândulas que produzem o leite nas mulheres. O câncer de mama é o segundo câncer mais comum em mulheres, depois do câncer de pele. Mas ao contrário do que muita gente pensa, também pode ocorrer em homens.

4) Câncer de pâncreas:
O câncer de pâncreas começa nos tecidos do pâncreas, que auxiliam a regulação da digestão e do metabolismo. Sua detecção e intervenção precoce são muito difíceis, porque na maioria dos casos ele progride de maneira rápida e silenciosa, quase escondida.
Células do Câncer de Próstata

5) Câncer de próstata:
O câncer de próstata geralmente começa a crescer lentamente na próstata, que produz o líquido seminal para o transporte de espermatozóides. Alguns tipos permanecem confinados à glândula, e esses são mais fáceis de tratar. Outros são mais agressivos e se espalham rapidamente. Este tipo de câncer é a segunda principal causa de morte por câncer em homens, depois do câncer de pulmão e brônquios.


Leucemia
6) Leucemia:
Existem muitos tipos de leucemia, mas todos afetam os tecidos hematopoiéticos do corpo, tais como a medula óssea e o sistema linfático. Isso resulta em uma superprodução de glóbulos brancos anormais. Os tipos de leucemia são classificados pela rapidez com que avançam e afetam as células. O tipo chamado leucemia mielóide aguda é o que mais mata.

7) Linfoma Não-Hodgkin:
Esse tipo de câncer afeta os linfócitos, um tipo de glóbulo branco, e é caracterizado por nódulos linfáticos maiores, febre e perda de peso. Existem vários tipos de linfoma não-Hodgkin, e eles são categorizados de acordo com a rapidez ou lentidão do crescimento do câncer e de acordo com o tipo de linfócitos que afetam.

8) Câncer de fígado:
O câncer de fígado é uma das formas mais comuns de câncer em todo o mundo, e suas taxas de ocorrência na América estão crescendo. O câncer de fígado mais comum começa em outro lugar do corpo e depois se espalha para o fígado. Há também o câncer de ducto biliar intra-hepático, que é relacionado ao câncer de fígado eocorre no duto que leva a bile do fígado ao intestino delgado.

9) Câncer de ovário:
Esse câncer é mais fácil de tratar, mas mais difícil de ser detectado nos seus estágios iniciais. Porém, pesquisas recentes estão ajudando a detectar os primeiros sintomas que podem ajudar no diagnóstico, como desconforto abdominal, urgência para urinar e dor pélvica. O câncer de ovário foi a quarta maior causa de morte por câncer em mulheres entre 2003 e 2007. A idade média das mulheres diagnosticadas é 63 anos.

10) Câncer de esôfago:
Este câncer começa nas células que revestem o esôfago, o tubo que transporta os alimentos da garganta para o estômago. Ele ocorre geralmente na parte inferior do esôfago. Mais homens do que mulheres sofrem com esse tipo de câncer.

Fonte: Prontuário de Notícias / Live Science