Mostrando postagens com marcador utilidade pública. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador utilidade pública. Mostrar todas as postagens

domingo, 28 de agosto de 2011

Consequências da Contaminação por HIV


Esse artigo é um alerta para aqueles que ainda não entenderam que a contaminação pelo HIV é algo muito grave e danoso. Muitos acreditam que, com o advento dos "coquetéis de drogas" para tratamento das manifestações clínicas da AIDS, as coisas estavam resolvidas, não sendo mais necessário adotar os cuidados essenciais para evitar a contaminação. Fora o fato de o "coquetel de medicamentos" causar muitos efeitos colaterais, há todo o desgaste do organismo em tentar se manter em equilíbrio mesmo sob ataque do vírus. Use camisinha sempre e boa leitura. 

Médicos alertam que efeitos ortopédicos da AIDS estão de multiplicando
23/8/2011 10:06:00

O aumento da expectativa da vida dos pacientes que convivem com HIV e mesmo dos pacientes que já registram manifestações clínicas da AIDS levou ao aparecimento de problemas ortopédicos decorrentes tanto da doença, como de efeitos colaterais do chamado "coquetel de drogas". Entre os efeitos mais comuns estão a osteoporose, até mesmo num nível em que ocorrem fraturas espontâneas, sem que tenha havido queda e também necrose dos ossos, a osteonecrose dos joelhos e do fêmur, que exigem a colocação de próteses.

O alerta para que os médicos que atendem esse grupo de pacientes se preocupem com as alterações osteoarticulares relacionadas ao HIV foi publicado na Revista Brasileira de Ortopedia – RBO da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – SBOT e está inserido numa pesquisa da equipe da infectologista Ana Lúcia Munhoz Lima, que chefia o Serviço de Infecção da Ortopedia do Hospital das Clínicas, da USP.

Ana Lúcia explica que, quando a epidemia surgiu, a sobrevida dos contaminados era relativamente curta, dificilmente chegando há dois anos. Depois de 1996, entretanto, com o surgimento de novas drogas antirretrovirais, "a sobrevida de um paciente que convive com HIV fica em aberto, desde que haja acompanhamento periódico e uso regular da medicação". A própria Ana Lúcia tem pacientes contaminados há mais de 20 anos e que continuam com boa qualidade de vida, graças ao tratamento que mantém reduzida a quantidade de vírus no organismo, impedindo que o paciente perca sua imunidade.

O que tem ocorrido, explica a médica, é que com o vírus há muitos anos no organismo e o consumo também prolongado dos medicamentos provoca, com o tempo, efeitos colaterais que variam de paciente para paciente. Associado a alterações metabólicas, podem ocorrer alterações osteoarticulares, osteopenia e eventualmente osteoporose, o que significa que os ossos ficam mais porosos, a massa óssea se reduz e podem ocorrer fraturas. Também é frequente a necrose, isto é, a morte do tecido ósseo do joelho e do fêmur. Foi registrada também a síndrome do túnel do carpo e a capsulite adesiva glenoumeral.

O alerta da médica é que, como esses efeitos começaram a ser estudados mais recentemente, muitos médicos ainda não valorizam as queixas osteoarticulares dos pacientes, retardando a investigação do quadro ortopédico e é importante que o façam, insiste. "A Medicina tem várias armas para impedir ou retardar o agravamento de tais alterações, mas, para tal, precisam ser diagnosticadas precocemente". No caso da osteopenia e osteoporose, o aumento da ingestão de cálcio, de vitamina D, o uso de medicamentos já utilizados nas mulheres menopausadas e o exercício físico são a recomendação e, quando ocorre a osteonecrose, presente em 12% dos casos estudados pela equipe médica, a solução em graus avançados pode ser a colocação de uma prótese.

Os problemas têm solução, se diagnosticados no início, insiste Ana Lúcia, mas no Brasil, em áreas mais distantes dos grandes centros, ainda ocorrem casos de AIDS que demoram a ser diagnosticados e os pacientes só chegam aos centros que podem tratá-los quando já imunodeprimidos e com problemas que com o tempo se agravaram. A recomendação é que nesses casos, principalmente, não se deixe de pesquisar efeitos ortopédicos e, se necessário, que o paciente seja encaminhado a um ortopedista ou a um reumatologista.

Fonte: SOB / Prontuário de Notícias

sábado, 16 de outubro de 2010

Utilidade Pública: Tipos de Câncer

10 tipos de câncer mortais e porque eles não têm cura
14/10/2010 09:27:00

O câncer é uma das doenças mais mortais do mundo - isso não é segredo. Apesar de a medicina ter, com certeza, evoluído, e de existirem hoje muitos tratamentos bem sucedidos que nem eram considerados possíveis no passado, a tão sonhada "cura para o câncer" permanece longe do nosso alcance por muitos motivos.

Existem mais de 100 tipos de câncer, caracterizados pelo crescimento anormal das células. Há muitas causas diferentes para a doença, que variam de radiação de produtos químicos a vírus. As células cancerosas, e como elas crescem, são imprevisíveis, e em alguns casos misteriosas. Mesmo depois de tratamentos aparentemente eficazes, elas são capazes de se esconder e ressurgir.

Confira essa lista com os 10 tipos de câncer que mais mataram pessoas entre 2003 e 2007, e tente entender por que eles permanecem incuráveis.

1) Câncer de pulmão e brônquios:
Esse tipo de câncer é mais frequente com pessoas de idades entre 55 e 65 anos. Existem dois tipos principais: o câncer de pulmão de células não-pequenas, que é o mais comum, e o câncer de pulmão de células pequenas, que se propaga mais rapidamente. O câncer de pulmão e brônquios é o que causa mais morte por câncer nos Estados Unidos. Tabagismo é a principal causa da doença.

2) Câncer de cólon e retal:
Esses tipos de câncer não são a mesma coisa: câncer de cólon cresce nos tecidos do cólon, enquanto o câncer retal cresce nos últimos centímetros do intestino grosso, perto do ânus. A maioria dos casos começa com aglomerados de pequenas células benignas chamadas pólipos, que ao longo do tempo se tornam cancerosas. A triagem é recomendada para encontrar os pólipos antes que eles se tornem cancerígenos.

3) Câncer de mama:
Esse tipo de câncer normalmente se forma nos dutos que levam leite ao mamilo ou nas glândulas que produzem o leite nas mulheres. O câncer de mama é o segundo câncer mais comum em mulheres, depois do câncer de pele. Mas ao contrário do que muita gente pensa, também pode ocorrer em homens.

4) Câncer de pâncreas:
O câncer de pâncreas começa nos tecidos do pâncreas, que auxiliam a regulação da digestão e do metabolismo. Sua detecção e intervenção precoce são muito difíceis, porque na maioria dos casos ele progride de maneira rápida e silenciosa, quase escondida.
Células do Câncer de Próstata

5) Câncer de próstata:
O câncer de próstata geralmente começa a crescer lentamente na próstata, que produz o líquido seminal para o transporte de espermatozóides. Alguns tipos permanecem confinados à glândula, e esses são mais fáceis de tratar. Outros são mais agressivos e se espalham rapidamente. Este tipo de câncer é a segunda principal causa de morte por câncer em homens, depois do câncer de pulmão e brônquios.


Leucemia
6) Leucemia:
Existem muitos tipos de leucemia, mas todos afetam os tecidos hematopoiéticos do corpo, tais como a medula óssea e o sistema linfático. Isso resulta em uma superprodução de glóbulos brancos anormais. Os tipos de leucemia são classificados pela rapidez com que avançam e afetam as células. O tipo chamado leucemia mielóide aguda é o que mais mata.

7) Linfoma Não-Hodgkin:
Esse tipo de câncer afeta os linfócitos, um tipo de glóbulo branco, e é caracterizado por nódulos linfáticos maiores, febre e perda de peso. Existem vários tipos de linfoma não-Hodgkin, e eles são categorizados de acordo com a rapidez ou lentidão do crescimento do câncer e de acordo com o tipo de linfócitos que afetam.

8) Câncer de fígado:
O câncer de fígado é uma das formas mais comuns de câncer em todo o mundo, e suas taxas de ocorrência na América estão crescendo. O câncer de fígado mais comum começa em outro lugar do corpo e depois se espalha para o fígado. Há também o câncer de ducto biliar intra-hepático, que é relacionado ao câncer de fígado eocorre no duto que leva a bile do fígado ao intestino delgado.

9) Câncer de ovário:
Esse câncer é mais fácil de tratar, mas mais difícil de ser detectado nos seus estágios iniciais. Porém, pesquisas recentes estão ajudando a detectar os primeiros sintomas que podem ajudar no diagnóstico, como desconforto abdominal, urgência para urinar e dor pélvica. O câncer de ovário foi a quarta maior causa de morte por câncer em mulheres entre 2003 e 2007. A idade média das mulheres diagnosticadas é 63 anos.

10) Câncer de esôfago:
Este câncer começa nas células que revestem o esôfago, o tubo que transporta os alimentos da garganta para o estômago. Ele ocorre geralmente na parte inferior do esôfago. Mais homens do que mulheres sofrem com esse tipo de câncer.

Fonte: Prontuário de Notícias / Live Science

domingo, 10 de outubro de 2010

Utilidade Pública: AIDS

Sete dúvidas sobre a "pílula do dia seguinte" da AIDS
10/10/2010 10:21:00

O Ministério da Saúde oficializou no dia 04 de outubro, uma política de saúde inédita no cenário da transmissão do vírus HIV, uma das principais causas de morte da população feminina em idade fértil e também a doença que a cada ano acomete mais mulheres.

Depois de um ano de discussão, o Departamento de DST, Aids e Hepatites virais – ligado ao Ministério – definiu que os 737 centros de referência em tratamento de doenças sexualmente transmissíveis existentes no País, a partir de agora, devem receber pessoas não contaminadas pelo vírus HIV e que tiveram relações sexuais inseguras (o preservativo estourou, por exemplo) para receber um tratamento medicamentoso preventivo, uma tentativa de coibir a transmissão da doença.

O mecanismo de ação é parecido com o da pílula de emergência para impedir a gravidez e, por isso, a técnica é chamada de "coquetel do dia seguinte" da AIDS. O procedimento consiste em oferecer, de graça, ao paciente - homem ou mulher - uma mistura de três medicamentos em até 72 horas após a relação sexual desprotegida. A mesma medicação deve ser tomada por 28 dias consecutivos, pode trazer efeitos colaterais graves e perde a eficácia se ingerida repetidas vezes.

Por isso, em entrevista ao Delas, o coordenador da proposta do Ministério da Saúde, o infectologista Ronaldo Hallal, sustenta que a camisinha permanece como forma mais segura e simples de prevenir o contágio pelo vírus HIV. A seguir, ele responde sete dúvidas sobre a "pílula do dia seguinte" da AIDS.

Como surgiu o "coquetel do dia seguinte" da AIDS?
Ronaldo Hallal: A ideia surge a partir do conhecimento sobre a prevenção da AIDS acumulado nos últimos anos. Os antirretrovirais (medicamentos oferecidos para combater o vírus HIV) são usados de forma preventiva há muitos anos no caso da transmissão vertical entre mães e filhos durante a gravidez. Outro emprego preventivo de medicamentos contra a AIDS é no caso de acidentes biológicos. Há mais de vinte anos profissionais de saúde que sofrem acidentes, têm a luva furada no trato com o paciente ou são expostos a materiais contaminados já fazem esse tipo de prevenção. Tendo como base esses modelos começaram estudos para que a técnica seja usada também em pessoas que tiveram relações sexuais desprotegidas.

Como funciona o coquetel do dia seguinte?
Hallal: As pesquisas mostram que a utilização dos antirretrovirais é mais eficiente nas primeiras duas horas após a relação sexual desprotegida. O alcance máximo da prevenção é em até 72 horas após o risco. Mais do que isto não há efeito nenhum. Os medicamentos devem ser usados por 28 dias consecutivos. É importante lembrar que os efeitos colaterais dessas drogas não são desprezíveis. Por isso, o preservativo (masculino e feminino) ainda é a técnica de prevenção mais segura e barata.

Quem poderá e quem não poderá receber este tipo de tratamento?
Hallal: Varia caso a caso. Existem 737 serviços especializados em tratar pessoas que vivem com HIV no País. Esta mesma rede servirá de referência para atuar nesta nova situação. Assim como acontece em casos de acidentes com profissionais de saúde ou atendimento de vítimas de violência sexual, deve ser feita uma avaliação de risco e benefício do coquetel preventivo. Esta avaliação é individual. Passadas 72 horas da relação sexual desprotegida, por exemplo, não há benefícios do uso. A exposição crônica (relações sexuais consecutivas sem prevenção) também não possibilita efeitos benéficos. Em práticas sexuais sem penetração, tipo sexo oral, não é indicado. Existe ainda uma série de outros critérios que são avaliados caso a caso, como por exemplo, se era sabiamente conhecido que o parceiro tinha HIV, entre outras circunstâncias.

Os locais de oferta do coquetel já estão definidos?
Hallal: Esta nova política de saúde é fruto de uma discussão ampla realizada desde o ano passado, que envolveu pessoas atuantes no campo social da AIDS, comitês técnicos, assessores do Ministério da Saúde, experts no assunto e especialistas das secretarias de saúde estaduais e municipais. Já há um caminho percorrido, mas é preciso haver adaptações e definições claras, sobre quais unidades vão oferecer o coquetel, acompanhadas de uma divulgação informativa sobre esta possibilidade. Mas esta definição será feita localmente. Cabe a cada município ou Estado definir.

Qual é o risco de utilizar muitas vezes o "coquetel do dia seguinte" da AIDS?
Hallal: Pode desencadear uma resistência aos antirretrovirais, sem contar os efeitos colaterais. Isso significa que, caso a pessoa contraia o vírus HIV no futuro, será muito mais difícil encontrar um tratamento que faça efeito. E o risco de contaminação é grande, pois a exposição ao risco é constante. Este impacto nas opções terapêuticas contra a AIDS é um grande problema. Quanto mais restrita for a possibilidade de medicamentos, menor a chance de haver um convívio tranqüilo com o vírus HIV.

A geração atual não viveu os tempos mais severos de AIDS (nos anos 80) e já nasceu com um tratamento medicamentoso eficaz de controle da doença. Houve uma banalização da AIDS? Se sim, como conter uma nova onda de banalização com a terapia preventiva?
Hallal: Existe mesmo um efeito paradoxal do controle da epidemia. Existe uma geração que não conviveu com os efeitos mais graves da AIDS. Mas a doença não deve ser banalizada. O tratamento tem efeitos adversos importantes. O desafio agora é estabelecer uma comunicação eficiente e fazer com que a mensagem correta chegue às pessoas. É só por meio de uma boa adesão das práticas de relações sexuais seguras que vamos evitar danos futuros de adquirir HIV.

Já há relatos de pessoas que, já predispostas a ter uma relação sexual sem camisinha, consomem antirretrovirais, misturados a ecstasy e medicamento para disfunção erétil antes de ir para a balada. Como coibir um uso inadequado do coquetel preventivo e até uma comercialização clandestina dele?
Hallal: Há um controle do Ministério da Saúde. Caso ocorram repetidas buscas por medicamentos da prevenção da AIDS, esta pessoa deve ser encaminhada para uma rede de saúde, deve passar por testes e esta procura repetida é considerada um critério de exclusão do acesso. Ou seja, ela não poderá continuar usando a rede para esse fim. O acesso universal ao tratamento antiaids, sem custos e sem entraves nos faz crer que a comercialização de antiretrovirais não é problema relevante. Mas precisaremos ter controle e ficar atentos às possíveis buscas repetidas. Se isso ocorrer, faremos alertas a todos os serviços de referência.

Fonte : Ascom Aids

sábado, 29 de maio de 2010

Utilidade Pública: Direitos

Direitos da pessoa com deficiência

• Todos os brasileiros têm os direitos básicos da cidadania garantidos pela Constituição. Destacam-se, entre outros direitos, a educação, a saúde e o trabalho. Os governos são responsáveis por implementar as políticas públicas pertinentes e a sociedade deve participar da sua elaboração e do seu controle.

A Lei Federal 7.853, criada para construir uma relação de respeito à cidadania do deficiente, foi aprovada em 1989 e responsabilizou o estado pela promoção da melhoria da qualidade de vida do segmento.

A sociedade é também responsável pela luta contra o preconceito e a intolerância. Ser diferente não é ser inferior. Entender este conceito é não reproduzir piadas e brincadeiras sobre a condição das pessoas com deficiência, não tolerar o preconceito revelado pelos outros e buscar a reparação do dano moral causado pela discriminação.

Negar o direito ao convívio com a sociedade à pessoa com deficiência é o maior preconceito exercido contra ela. Esconder em casa, internar em asilos ou abandonar em instituições de caridade as pessoas com deficiência foi o que a sociedade fez por muitos anos e, ainda hoje, permanece a impressão de que elas precisam estar em instituições especializadas. Não precisa ser assim.

O sistema de saúde é obrigado a aceitar pessoas com deficiência para consultas e internações, em todas as unidades, seja na rede pública ou privada. O SUS está obrigado por Lei a definir pontos de distribuição gratuita de próteses, muletas, cadeiras de rodas, medicamentos e demais recursos necessários à saúde, ao bem estar e à melhor (re)habilitacão das pessoas com deficiência. É crime negar esse atendimento.

Estudar é um direito das crianças e adolescentes com deficiência. É obrigação da família, em primeiro lugar, providenciar a matrícula e a frequência escolar. A escola pode ou não ser do tipo que tem recursos especiais, cabendo a profissionais especializados avaliar o que é melhor para o desenvolvimento da criança ou do adolescente em questão. Os estabelecimentos públicos e privados de ensino são obrigados por lei a disporem de condições físicas e metodológicas para receber alunos com deficiência.

As pessoas com deficiência têm o direito de escolher uma profissão, de prestar vestibular, de frequentar faculdades públicas ou privadas e de frequentar cursos profissionalizantes públicos ou privados.

As pessoas com deficiência têm o direito a trabalhar. É seu direito serem avaliadas pelas competências demonstradas, sem a consideração da sua deficiência. Empresas com mais de 100 funcionários devem reservar postos de trabalho para elas, em cumprimento da Lei. Da mesma maneira, concursos públicos também devem lhes reservar vagas, desde que isso não comprometa o rendimento do trabalhador nas funções a serem desempenhadas.

A desigualdade gerada pelo preconceito tem na reserva de vagas no mercado de trabalho, e nas outras medidas que buscam afirmar positivamente a imagem das pessoas com deficiência, instrumentos de compensação. Na medida em que a sociedade favorece sua convivência social e sua integração económica, implementa a construção da igualdade.

Quem discrimina pode ser processado judicialmente pelas pessoas com deficiência atingidas ou por seus responsáveis (quando menores de 18 anos ou maiores considerados incapazes). Sempre que possível, deve-se conseguir uma testemunha do ocorrido e solicitar seus dados para contato.

Para informações ou denúncias procure uma das instituições listadas abaixo:

• Defensoria Pública

• Ministério Público

• Comissão de Direitos Humanos da OAB

• Núcleo de Defesa de Direitos do IBDD
E-mail: ibdd@ibdd.org.br
Site: www.ibdd.org.br

Fonte: Jornal O Globo - domingo, 02/05/2010