sábado, 5 de maio de 2012

Minhas Considerações: Uso de Drogas

É fácil culpar a substância, mas assumir os erros e repará-los é que são elas...

Por que o problema é a substância, seja lícita ou ilícita? Quem consome é que não tem controle sobre suas ações, e acaba culpando a substância por tudo de bom ou mau que lhe acontece.

Qual seria a solução se já sabemos que há substâncias que usadas sem critério causam danos à saúde física, psíquica e social das pessoas? Proibir? Liberar geral?

A única solução é Educação.

Educação para a vida real. Educação para que as pessoas entendam que um prazer momentâneo pode gerar dissabores por muito tempo.

Educação para que as pessoas sejam responsáveis por seus atos.

Não é a substância que mata. É o mau uso e o abuso que matam. É a dose que torna algo remédio ou veneno.

Por que o atropelador alcoolizado ou sob efeito de qualquer outra substância não recebe punição por seu ato? Porque se entende que o efeito da substância se sobrepõe ao ato do indivíduo.

Beber, cheirar, fumar são direitos de cada indivíduo. O problema é que, quando algo sai do controle - e a tendência é essa, pois, geralmente o uso é abusivo - o usuário não é responsabilizado.

Tratamento para os que precisam (e querem), mas, se houve dano a outra pessoa, entendo que esse deve ser reparado.

O usuário não pode ser colocado como coitado. Ele é responsável pelo que faz. Se tem problemas, pois que se trate, assuma e repare seus erros.

"Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das consequências" (Pablo Neruda).

sábado, 7 de abril de 2012

AIDS: Vacina Experimental

Teste com vacina da Aids dá respostas sobre sistema imune
6/4/2012 11:18:00

O primeiro teste clínico com uma vacina experimental da Aids, feito na Tailândia, forneceu informações importantes sobre as respostas do sistema imunológico, revelou um estudo publicado nesta quarta-feira (4) nos Estados Unidos.

Segundo estimativas divulgadas em 2009, 31,2% dos participantes no estudo vacinados com este produto batizado RV144 tinham claramente menos risco de ser infectados pelo HIV do que o grupo tratado com placebo.

Os cientistas examinaram amostras de sangue dos participantes vacinados com o RV144 para analisar suas respostas imunológicas e descobriram que os diferentes tipos de respostas dos anticorpos estavam relacionados com o nível de infecção do HIV.

Os resultados do teste clínico da vacina, do qual participaram mais de 16 mil adultos na Tailândia, foram publicados em outubro de 2009 no "New England Journal of Medicine", a mesma revista médica que publica este novo estudo em sua edição de 5 de abril.

"Ao estudar aqueles que foram infectados em comparação com os participantes que não foram, pensamos ter descoberto indícios muito importantes sobre a forma como funciona a vacina", explicou Barton Haynes, professor de medicina da Universidade de Duke (Carolina do Norte, sudeste), encarregado de fazer a análise.

"Aparentemente, a proteção neste teste clínico foi principalmente atribuída aos anticorpos e todos os anticorpos estudados isolados da vacina RV144", destacou.

"Os diferentes efeitos protetores destes anticorpos - induzidos pela vacina - serão testados em primatas para ver se poderiam impedir uma infecção por HIV", acrescentou o médico.

A principal descoberta se baseia no fato de que anticorpos específicos de uma zona que envolve o vírus, chamada V1V2, estão vinculados ao nível de infecção mais frágeis no caso dos vacinados, explicaram os pesquisadores.

Os anticorpos são proteínas produzidas pelo organismo para se defender de agentes infecciosos como vírus ou bactérias.

Segundo a hipótese antecipada pelos virologistas, os anticorpos aderem à zona V1V2 do invólucro do vírus, o que impediria a infecção, ao bloquear sua reprodução.

Fonte: AFP / Prontuário de Notícias.