terça-feira, 30 de junho de 2015

ADMITO: ERREI AO VOTAR NO PSOL

#SomosTodosBananas
ERRAR É HUMANO.
INSISTIR NO ERRO É ESTUPIDEZ.
 
Acreditei no PSOL como via alternativa aos absurdos que vemos na política brasileira.
No entanto, isso não se confirmou nas últimas eleições nacionais (outubro/ 2014).
No 1o turno, se eu soubesse que o PSOL apoiaria o PT, jamais teria votado no PSOL. Teria sim votado NULO, conforme fiz no 2o turno.
Para ser oposição, o PSOL não precisava apoiar o PT. O "voto crítico" é apenas uma falácia, mero discurso para agradar militantes, tal acadêmicos em bancas avaliadoras. O velho jogo de compadres: você fala bem de mim, que eu falo bem de você.
Ao tomar a decisão de apoiar o PT, depois de ter afirmado que não o faria, o PSOL provou ser parte da "velha política", a qual dizia se opor. Não existe "esquerda" coerente. Existem eleições apenas para manutenção do circo da "política" brasileira.
Percebo que essa polarização "esquerda" X "direita" não cabe mais no Brasil, pois não é mais possível ver diferenças entre os dois lados (corruptos, fascistas, desonestos, mentirosos, chantagistas, pois tudo vale para se manter no poder). Conforme pudemos observar, o PT se dizia "esquerda" até alcançar a Presidência da República. Depois, tornou-se aliado dos mais fascistas e canalhas representantes da tão combatida "direita". Eles (PT) eram melhor na oposição.
Entendo que, para a maioria da população, pouco importa se quem governa é da "direita" ou da "esquerda", não importa a ideologia. E, de fato, isso não deveria importar.
Infelizmente, na farsa democrática brasileira, o voto ainda é uma obrigação. Por ser do interesse dos políticos, insistem que o voto é primordialmente um direito. MENTIRA!
Se sou obrigada a comparecer às eleições para votar (em algum candidato, em branco ou nulo), deveria também poder me manifestar e tirá-los de lá. Voto obrigatório, proporcionalidade, financiamento empresarial de grandiosas campanhas e urnas fraudadas: como acreditar no processo eleitoral brasileiro?
Políticos deveriam se comportar como servidores públicos que são, e não como donos de almas, acima do bem e do mal. Deveriam trabalhar para atender às necessidades da população, em especial as necessidades dos mais pobres.
Quero algo melhor do que essa pretensa democracia à brasileira. Nem "direita" nem "esquerda", pois ambas são apenas ideologias para garantir privilégios para suas próprias elites e escravizar a população.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

ELEIÇÕES 2014 - Coerência e Consciência

#SomosTodosBananas
Após a divulgação da nota do PSOL sobre não apoiar nenhuma das candidaturas à Presidência da República (PSDB X PT), muita discussão está rolando solta na rede.
Aliado a isso, os representantes mais conhecidos do partido se posicionaram individualmente sobre como votariam. Marcelo Freixo já declarou voto na dona Dilma.
A polêmica cresce, pois muita gente acha que o PSOL deveria apoiar o PT, porque acreditam que a "esquerda" deveria se unir para não deixar a "direita" vencer. Muitos estão ofendidos com o posicionamento do partido.
A meu ver, a posição do PSOL é coerente com o discurso que professa desde sua fundação.
Coerência. Poucos entendem que não apoiar as candidaturas apresentadas não significa "neutralidade", até porque ninguém é neutro.
Toda escolha é um ato político, que pode ser coerente com o discurso ou não.
Discurso sem prática é falácia, é jogar para a torcida, é o eterno FLA X FLU político. Sempre quem perde é o Brasil.
Eu percebo que essa polarização "esquerda" X "direita" não cabe mais no Brasil, pois não é mais possível ver diferenças entre os dois lados (corruptos, fascistas, desonestos, mentirosos, chantagistas, pois tudo vale para se manter no poder). Conforme pudemos observar, o PT se dizia "esquerda" até alcançar a Presidência da República. Depois, tornou-se aliado dos mais fascistas e canalhas representantes da tão combatida "direita". Eles eram melhor na oposição.
Entendo que, para a maioria da população, pouco importa se quem governa é da "direita" ou da "esquerda", não importa a ideologia. E, de fato, isso não deveria importar.
Por outro lado, as manifestações de junho de 2013, apareceram de outra forma nas urnas. Impressiona o número de pessoas que anulou, se absteve e votou em branco (38.797.280 votos).
Cada um deve assumir a sua posição individual. O PSOL foi coerente com esse posicionamento de não apoiar nenhuma das candidaturas e indicar para que os partidários não votem no Aécio. Que cada um assuma um posicionamento. O eleitor precisa mostrar maturidade. Se quiser votar na Dilma, que vote. Se quiser, votar nulo ou em branco, que vote. O voto deve ser consciente, só não pode ser de cabresto. Afinal, estamos exercitando a democracia ou não?
O PSOL demonstra coerência entre discurso e prática.
O PSOL me representa.
Ambos projetos políticos (PSDB e PT) são falaciosos e, por isso, não me representam.
Votarei 50 novamente. Em outras palavras, meu VOTO É NULO! E consciente.